Hotéis brasileiros aceleram adoção de automação e IA para elevar eficiência e experiência do viajante

A hotelaria brasileira vive um momento decisivo de transformação tecnológica, e diversas redes já adotam automação para melhorar a jornada do hóspede. A Accor, uma das maiores operadoras do país, ampliou o uso de check-in digital e chaves virtuais em marcas como ibis, Novotel e Mercure. Esse conjunto de tecnologias reduz filas, oferece mais autonomia ao viajante e eleva a eficiência das equipes de recepção.

A automação também avança na operação interna dos hotéis. A Atlantica Hospitality International implementou plataformas de housekeeping digital que ajudam a organizar rotinas de limpeza e manutenção de forma mais inteligente. Redes como Blue Tree Hotels também passaram a usar sistemas que monitoram ocupação e consumo em tempo real, permitindo ajustes imediatos e reduzindo custos operacionais. Esse tipo de solução traz previsibilidade e torna as operações mais sustentáveis.

A personalização ganhou força com uso de dados e ferramentas de CRM. Hotéis da RCD Hotels, como o Hard Rock Hotel em construção no Brasil, já trabalham com modelos robustos de segmentação e recomendação automática para ampliar engajamento dos hóspedes. No setor nacional, empreendimentos como o Hotel Unique e o Emiliano usam histórico de preferências para customizar amenities, sugestões gastronômicas e experiências de lazer.

A digitalização também reforça a competitividade do mercado. Em destinos urbanos e de lazer, redes como Deville e Vila Galé ampliaram o uso de totens de autoatendimento, aplicativos próprios e sistemas integrados de gestão. Para agentes de viagens, essa modernização significa mais confiança na operação, menos problemas durante o check-in e uma jornada mais fluida para o cliente final. A combinação de automação e IA deixa de ser tendência e se consolida como um padrão essencial para a hotelaria de 2025.